Município de Porto de Mós: Vive o teu tempo!

Viagem aos Sabores Tradicionais de Portugal
Próximo Destino: Município de Porto de Mós
24 de Novembro de 2025
Siga as nossas dicas e planeie os seus passeios pelo país! Saia com água na boca e volte saciado com a riqueza da Gastronomia Tradicional Portuguesa!
Os melhores produtos tradicionais, a melhor doçaria, as melhores especialidades e receitas. E ainda dicas de visitas e curiosidades locais!
Um guia atualizado de cada município para que possa planear o seu roteiro pessoal para fazer com a família ou com amigos, em qualquer altura do ano… sem restrições!

Seja Bem-vindo a esta Terra de Encantos!
Descubra o encanto de Porto de Mós, que alberga belezas naturais diversificadas com expoente máximo na eleita maravilha Grutas de Mira de Aire, espelho de um conjunto belíssimo no qual se incluem as Grutas de Alvados e as Grutas de Santo António, em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Do património histórico, realce para o seu castelo de traça palaciana, também para o Campo Militar de S. Jorge, para a Calçada Romana do Alqueidão da Serra, entre outros pontos de interesse, que aliados à boa gastronomia local, concebem Porto de Mós como um destino justificado para uma visita.

Porto de Mós celebra o melhor da gastronomia local com a 5.ª edição do Festival Bacalhau, Azeite e Broa
De 29 de novembro a 25 de dezembro, o concelho de Porto de Mós volta a juntar tradição e sabor na 5.ª edição do Festival Gastronómico “Bacalhau, Azeite e Broa”, um evento que já se tornou uma referência na região. Este festival reúne diversos restaurantes aderentes, que apresentam menus e pratos especialmente criados para destacar três ingredientes emblemáticos da cozinha portuguesa: o bacalhau, o azeite e a broa.
Durante quase um mês, moradores e visitantes poderão degustar receitas tradicionais e interpretações contemporâneas deste trio gastronómico, distribuídas por vários restaurantes do concelho.
Entre os estabelecimentos participantes encontram-se A Gralha, Adega do Luís, Boteco do D, Dom Abade, Moz’art Kitchen & Gallery, Pires e Prato, Requinte dos Amigos, Sabores de Sempre Intermarché Cumeira, Sabores Únicos, Taberna da Vila, Taberna do Moleiro, Tasquinha D. Maria e Encanto dos Sabores. Cada um contribui com propostas únicas que elevam os produtos locais e homenageiam a herança gastronómica do concelho.
Promovido pelo Município de Porto de Mós, o festival desafia o público a embarcar numa verdadeira viagem de sabores, valorizando a restauração local e celebrando a identidade culinária da região.
Mais informações aqui!


Visite o Nosso Castelo

Obra arquitetónica de características singulares, o Castelo de Porto de Mós viveu várias fases, sendo, na sua génese, uma fortaleza que tinha por principal missão o controlo e a vigilância sobre as principais vias que atravessavam o Maciço Calcário Estremenho, ligando o Médio Tejo e a Alta Estremadura.
O castelo com a planta atual resulta da construção atribuída a D. Sancho I, em 1200, altura em que as incursões muçulmanas em território ocupado pelos cristãos ainda se faziam sentir. Antes desta edificação, deveria haver uma atalaia muçulmana, certamente de menores dimensões e que passou para mãos cristãs presumivelmente em 1147, em virtude do processo de conquista vindo de norte, comandado por D. Afonso Henriques. Respondendo à necessidade de mitos fundacionais, surge-nos D. Fuas Roupinho, personagem que se divide entre o mito e a realidade, mas que os séculos eternizaram como primeiro alcaide da vila nos primeiros anos de ocupação cristã. O reaproveitamento, na construção, de múltiplos monumentos funerários romanos indicia que na vila ou nas suas imediações terá existido um expressivo vicus (aldeia) ou uma villa que não deixaria de aproveitar as vias que por aqui passavam e a proximidade de Collipo (S. Sebastião do Freixo – Batalha).
Hoje, o castelo recebe manifestações culturais, tem programação própria dedicada, com exposições, concertos, teatro e conferências. O serviço educativo permite dar respostas adaptadas aos mais diversos públicos, nos quais se incluem escolas, famílias e grupos com necessidades específicas. Lugar de educação e sensibilização para a cultura e o património, aqui se desenvolvem múltiplas atividades lúdico-pedagógicas que constituem um convite a experiências cada vez mais ricas e desafiantes.
Descubra a Fórnea e a Gruta da Cova da Velha
A Fórnea, como o próprio nome indica, é um recuo pronunciado em forma de anfiteatro, de uma zona baixa para dentro de um planalto calcário. À parte a explicação científica, os habitantes locais chamam-lhe, até aos dias de hoje, de Fôrnea devido à sua forma que se assemelha a um forno. A designação de Fórnea advém da explicação científica da formação natural desta depressão.
As erosões provocadas pelas chuvas e pelas águas nascentes criaram um cenário natural impressionante. Assim, a sua forma assemelha-se a um enorme abatimento da crosta terrestre começando em Chão das Pias – Serro Ventoso – e descendo até Alcaria.
Inserindo-se no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, para além da beleza inerente à sua forma, a Fórnea, é ainda, enriquecida pela natureza que a envolve.
A vegetação baixa e a marca calcária que a caracteriza no topo, em Chão das Pias, forma um espetáculo natural quando vemos a continuidade que se segue, entre a vegetação, as escarpas e as cascatas de água, que rebentam da Cova da Velha em alturas de maior precipitação alimentando o Ribeiro da Fórnea, em direção a Alcaria.

A Fórnea é um anfiteatro natural com cerca de 1km de diâmetro, escavado nos calcários margosos, margas e calcários do Jurássico inferior e médio, sendo, por isso, um lugar rico em fósseis.
Localizando-se no Polje de Alvados, a Fórnea é uma extensa depressão com o fundo aplanado envolto por vertentes íngremes e por ribeiras temporárias afluentes do Rio Lena, o Rio Cabrão e o Ribeiro da Fórnea, que se juntam para formar o Rio Alcaide.
Estas nascentes temporárias, que são consideradas responsáveis pela formação da Fórnea, através do processo de erosão regressiva, provocaram o recuo das cabeceiras das linhas de água. Foi este processo que permitiu que, hoje em dia, a encosta da Fórnea contenha o relevo tão acentuado que a caracteriza.
Sensivelmente a meio da encosta, é possível visitar uma das nascentes mais elevadas, onde a água nasce da gruta da Cova da Velha.
A gruta da Cova da Velha, visitável na sua parte inicial, tem uma galeria com cerca de 500 metros de extensão, e que se estende ao longo da falha onde se encontram lagos e sifões.
Encantos e Recantos de Porto de Mós
Encantos e recantos de Porto de Mós é uma rota inserida na app Portugal por Dentro, esta é uma app de âmbito nacional para smartphones, um guia turístico virtual que inclui várias rotas por diversos pontos de interesse de norte a sul do país, indicadas para percorrer de automóvel, caravana ou de mota. O nosso concelho está presente em algumas destas rotas, destacando-se uma regional e outra local.
A rota regional interliga Coimbra a Lisboa, com passagem por Porto de Mós.
A rota local, incluída no programa Conhecer, tem um total de 100 kms e passa pelas 10 freguesias do concelho. Na rota são sugeridos 11 pontos turísticos, no entanto, ao longo de todo o percurso encontram-se muitas mais atrações turísticas e áreas de visitação para conhecer.
Para mais informações sobre esta e outras rotas, descarregue a app Portugal Por Dentro ou visite o site.
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Take-away

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Pousadas

Parques de Campismo

Áreas de Serviço de Autocaravanas
Como Chegar
Em pleno Maciço Calcário Estremenho, Porto de Mós situa-se junto de um dos principais eixos viários do país, o IC2, e entre as duas principais metrópoles do país, Lisboa e Porto, através do IC9 (saída de Alcobaça), da A1 (saída de Leiria ou saída de Torres Novas), e da A8 (saída de Leiria ou saída de Pataias), o que torna estratégica a sua situação no que se refere, por exemplo, à localização industrial, mas também turística.
Para além da posição intermédia que apresenta em relação às áreas urbanas (Lisboa – 1h30m, Porto – 2h20m), é também de destacar a sua proximidade à capital de distrito – Leiria ( 00h30m), a cidades como Coimbra (1h15m), Tomar (1h00m), Fátima (00h35m) ou Santarém (1h00m) e ainda à costa ocidental.
O concelho encontra-se inserido na sub-região Pinhal Litoral – NUT III, da Região Centro e do PNSAC.
A história de Porto de Mós

Parte integrante do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, o Município de Porto de Mós oferece cenários naturais únicos que convidam à descoberta. A região de Porto de Mós foi povoada desde a Pré-história Antiga, sendo as marcas do povoamento mais evidentes a partir da romanização, como o atesta a via romana de Alqueidão da Serra, bem conservada numa extensão de 400 m. Na época medieval, o período islâmico termina em meados do século XII, com a invasão cristã vinda de norte. Neste período de formação de Portugal, o castelo de Porto de Mós desempenha um papel de controlo dos corredores naturais de circulação através do Maciço Calcário estremenho, que ligavam a Alta Estremadura ao Médio Tejo.
Já nos finais do século XIV, Porto de Mós ganha relevância por aqui, no planalto de São Jorge, se ter desenvolvido a mais emblemática batalha da história de Portugal, a Batalha de Aljubarrota. Foi na vila e no seu castelo que se abrigaram as tropas na véspera do confronto. Desde então, Porto de Mós foi-se desenvolvendo num clima de ruralidade, apenas quebrado no século XV, quando D. Afonso, IV Conde Ourém e neto herdeiro de D. Nuno Álvares Pereira, transforma a fortaleza num paço de inspiração já renascentista. O caráter rural de Porto de Mós é bem evidente no próprio nome, que nos remete, por um lado, para a designação “porto”, associada a local de passagem, e ao topónimo “mós”, que se encontra ligado à indústria moageira, compreendendo esta o fabrico de mós, as azenhas, já referenciadas por D. Dinis no Foral de 1305, e os moinhos de vento que irão chegar nos séculos seguintes.
A riqueza natural e cultural da região, de uma beleza tão deslumbrante quanto agreste, remete-nos para o viver da gentes serranas, habituadas a uma economia de subsistência que, com a recente exploração de calcários, deu um salto qualitativo nas condições de vida. Nas regiões mais férteis do concelho, a noroeste, os pomares e o pinhal são pontuados pelas indústrias do barro para construção, mas também de função utilitária e decorativa, entre as quais a azulejaria e a olaria de barro vermelho ganham relevância.
Nas serras do maciço calcário, atividades como o desporto de natureza e a espeleologia têm vindo a conquistar um número crescente de adeptos, justificando mais demoradas visitas. Por Porto de Mós passa o Caminho da Nazaré, um itinerário de peregrinação que liga os santuários marianos de Fátima e de Nossa Senhora da Nazaré. E não é só a geografia que justifica este caminho contemplativo. É também a história e o imaginário. Não fora a figura mítica de D. Fuas Roupinho, primeiro alcaide de Porto de Mós, o protagonista do milagre da Nazaré.
A ‘Vila Forte’, como Luís de Camões a apelida em ‘Os Lusíadas’, revela um encanto muito especial e a visita ao seu peculiar castelo é apenas um pretexto para ir à descoberta de um território recheado de contrastes, paisagens calcárias únicas e lugares de relevância histórica ímpares.









